Como o último da série do famoso designer Sid Meier, creio que este jogo utilizou seu passado para se aperfeiçoar. Não é um jogo novo mesmo se contarmos as expensões (2005-2007), mas é um jogo com tantas opções que seus caminhos são infinitos.
Estou postando ele aqui porque emprestei o Civ4 pro Polesel e ficamos jogando quase umas 3 horas ontem de madrugada. Acho que jogar sozinho é interessante para aprender as mecânicas do jogo, que são muitas, mas jogar com um outro player humano que realmente tem graça.
Então divulgando, talvez os poucos leitores que eu tenho (obrigado pelas visitas!) se interessem e podemos arranjar um dia de jogar um jogo com uma porrada de nego!
Mudando de assunto, quando eu fiz uma análise mais acadêmica do jogo, fiquei muito feliz pois até então não tinha achado um jogo moderno e legal que fosse quase 100% ludológico.
Diferente da narratologia, a ludologia propõe o jogo pelo jogo. Foda-se a histórinha (olha a abordagem acadêmica indo pro saco). Jogue até seus dedos virarem tocos. Brincadeira, digo o jogo pelo jogo no sentido de que ele não precisa de uma narrativa, o jogador compreende os elementos do jogo e não precisa entender mais nada, só jogar.
E no Civ a única narrativa imposta pelo jogo que consigo enxergar é o avanço tecnológico da humanidade, que ainda assim possui caminhos a serem escolhidos pelo jogador.
E assumindo que esta seja a única narrativa do jogo, eu acho que ela é muito convidativa no sentido de chamar o jogador para explorar a árvore (ginecológica?) técnológica, e explorar as possibilidades do jogo, principalmente as possibilidades de vitória, que são muitas: Conquista, Dominação (Dominatrix?), Tempo, Cultural, Diplomática, Corrida espacial, Quem desce do escorregador do silvio santos com mais agua roxa na taça, Fazer mais embaixadinhas que o Ronaldo gaúcho, E como sempre a supremacia nuclear.
Recomendo, baixem, comprem, me peçam emprestado.


