Desenvolvendo com a ajuda de dois amigos, utilizando a engine Unity 3D.
A idéia é lançar e controlar um esquilo voador através do cenário e chegar o mais longe possível.
Versão atual Alpha 0.3
Desenvolvendo com a ajuda de dois amigos, utilizando a engine Unity 3D.
A idéia é lançar e controlar um esquilo voador através do cenário e chegar o mais longe possível.
Versão atual Alpha 0.3
Retomando o quadro onde eu fodo o tempo útil de vocês:
Esta categoria está infelizmente interditada por tempo indeterminado, por razões que até eu desconheço, mas chuto falta de tempo, saco, coragem, companhia, piroca e algodão doce.
Galera, vou voltar a postar baixando totalmente a produtividade de vocês.
Entrem no kongregate, um sítio onde há uma gigantesca concentração de joguinhos em flash. E quando eu dijo joguinhos estou sendo babaca. Tem jogos sensacionais por lá. E o melhor, dá pra jogar de qualquer lugar do planeta, com qualquer máquina!
Melhor ainda, os insanos administradores do site implementaram um sistema de recompensa por pontos, onde você ganha X pontos por jogar tal game e completar certos objetivos.
- Já tenho 800 pontos (Level 9)
Daí, vocês queridos me perguntam:
-”Mas George, o que fazemos com os pontos?”
Bom, só não enfia junto com o bambú, porque os pontos são virtuais. Então praticamente nada. Só compara com os coleguinhas pra ver quem tem mais.
O lance é que os caras tão criando uma rede social com o foco nos games, saca? Aí sim vi vantagem. Não é mais ver fotinha da festinha pra ver qual gostosinha tava lá. Ficar vendo as intimidades das pessoas alheias, saca? Essas coisas babacas. No kongregate você joga pra caralho, ve quais amigos insanos estão jogando, o que eles estão jogando e quantos pontos os malditos têm. E ponto.
Divirtam-se.
Deixei isto aqui às moscas novamente.
Gostaria de indicar um blog sobre games (claro!) que costumo frequentar.
O autor é um conhecido meu, o querido professor Dolemes da faculdade onde eu estudo.
http://gamereporter.uol.com.br/
É um blog muito ativo, e conta sempre com a perspectiva ímpar de seu autor. Vale a pena dar uma passada para se informar das última do universo dos games, que segundo meus amigos é coisa do Tinhoso.
Estou “voltando” a jogar um game, que está mais para um simulador do que game. Digo voltar, porque no fundo nunca joguei muito este jogo, mas como sempre, não é tão simples assim.
A idéia é que em 2001 a Bohemia Interactive produziu e a Codemasters Publicou um game chamado Operation Flashpoint, com uma engine chamada Virtual Reality que foi desenvolvida primeiramente para rodar simuladores militares vendidos para forças armadas e governos.
Então o lance desse negócio é simular mesmo, sendo o OFP (carinhosamente apelidado) uma mera versão comercial do VBS1 (Virtual Battle Space 1 – O simulador militar Badass caríssimo)
Então em 2006, após melhoras na engine (Ênjin – Não Engáine, lembrem-se que é a velha palavra inglesa para MOTOR, não é uma palavra nova, portanto pronuncia-se da mesma maneira), A Bohemia Interactive lança tanto o VBS2 quanto o Armed Assault. E porque ela não lançou OFP2, George?
Simples. A BI e a Codemasters brigaram. Tiveram piti. Desentenderam-se. A BI ficou com o motor de jogo (Soa interessante também né?) e a codemasters com o nome.
Justo, certo?
Infelizmente a Codemasters produziu OFP2 de uma maneira bem arcade, como COD, e afins. Sendo sumariamente rejeitado pelos fans de OFP1. Graficamente ficou sensacional, claro, pois a codemasters utilizou o mesmo motor de jogo do DiRT. Mas quebrou todo o paradigma que existe (até hoje) em torno do OFP , não permitindo criação de addons, scripts e afins, o que limita muito as possibilidades em comparação com o motor Virtual Reality da BI, que tem uma política opensource, que possibilita a comunidade do mundo inteiro contribuir para uma evolução enorme do jogo.
Acho que a principal diferença entre um e outro são os Mods – modificações completas – do jogo, que alteram desde os efeitos sonoros até adicionando mais realismo ao motor de jogo.
O grande lance, é que a BI ganha e muito ai, onde eles precisam desenvolver um bom motor de jogo, e pouca perfumaria no game, e deixar na mão dos próprios jogadores a evolução do jogo, assim tendo muitos seguidores, mas gastando pouco em termos de desenvolvimento de adicionais ao jogo.
A BI já lançou em 2009 o motor de jogo Virtual Reality 3, junto com Armed Assault 2 (Vem mais um VBS aí?), que mostra-se um game muito maduro e evoluído junto com suas experiências passadas. Mas também são claras e profundas as similaridades entre estes três games, o que demonstra tanto continuidade no processo de desenvolvimento, quanto coerência na evolução do gameplay.
Então fica a dica de vocês buscarem um bom “FPS” – que se não “o mais”, é um dos mais realistas disponíveis na face da terra.
Se você não tem uma máquina parruda, recomendo a compra do Armed Assault 1, pois roda em sistemas um pouco mais antigos, ainda porque custa bem baratinho (R$30,00).
Se você tem os computadores do pentágono na sua casa, compre o Armed Assault 2, pelo steam, pois não foi lançado aqui (ainda).
A comunidade brasileira não é absurdamente grande como a de outros títulos, mas todos se ajudam muito e valorizam muito todos os players dispostos a cooperar nas missões.
Um servidor novo – gratuito – de Armed Assault foi inaugurado hoje, ainda está engatinhando, mas em poucos dias estará 100%, pronto para receber os players. E existem já dois servidores gratuitos de Armed Assult 2, porém me parece que a quantidade de jogadores é menor, tanto pela dificuldade em comprar o game, quanto pela necessidade de hardware que ele impõe.
No mais, deixarei os links aqui para referências:
ArmaPoint – Portal da comunidade brasileira de Armed Assault
Coalizão Brasil – Coalizão de clãns de diversos games, entre eles Armed Assault e Armed Assault2
Video Games são legais. Não fazem mal à humanidade. Nos dão oportunidades de aprender, pensar, experimentar, nos divertir.
Conviver em sociedade é que fode a humanidade.
…Pessoas completamente alheias à sua realidade compartilham das mesmas idéias – e melhor ainda quando tem mais embasamento para os mesmos argumentos.
Cory Doctorow, do blog BoingBoing diz suas impressões sobre o IPad:
“Eu acho que a imprensa cobriu e adorou o iPad porque a Apple faz um bom espetáculo, e porque todo mundo na terra do jornalismo está procurando por uma figura paterna que prometa que o público vai voltar e pagar pelo que eles fazem. O motivo pelo qual as pessoas pararam de pagar por muito “conteúdo” não é que eles podem obtê-lo de graça: é que eles podem obter conteúdo de concorrentes de graça também.”
Não sei se é feio citar um site que por sua vez citou outro, mas foi isso que fiz. Ponto.
No mais, se você é mais uma pessoa alheia ou não, que compartilha dos mesmos ideais, e gosta de ver sangue:
Bangue-Bangue
Come-come
trepa-trepa
lango-lango
quebra-quebra
(ps. issoe muito difícil)
Gira-gira
bora-bora
mata-mata
vai-vai
tora-tora
mexe-mexe
boli-boli
Au-au
Aglebot -> gira gira
—– fim do cap 1
A sensação do trem partindo sobe dos pes a cabeça com leveza, como um comichão.
Piercing no braco+tronco
caminho: p
SócaminhaP?